Music is so naturally united with us that we canot be free from it even if we so desired.
Boethius
Thursday, October 01, 2009
Thursday, July 30, 2009
arte e nada mais do que arte!
"Art and nothing but art! It is the great means of making life possible, the great seduction to life, the great stimulant of life" Freidrich Nietzsche
Wednesday, March 26, 2008

Definitivamente sou mais do que ontem,
Sou a pessoa que sou
Mais o que sou com os outros,
Sou o que eles são comigo,
Sou o que projectam em mim
E sou o que nós somos juntos...
Sou o que sou contigo,
O que tu és comigo
E o que somos juntos.
Juntos somos mais do que sempre fomos,
Somos o que somos com os outros
Mais o que eles são connosco
E o que idealizamos projectados uns nos outros
E somos o que somos juntos com eles...
Começo a ficar farto de escrever
E tentar colocar em palavras
O que eu, tu ou nós somos...
Mas ainda continuo a escrever-nos
Porque talvez desta forma
O sentimento se torne maior do que é
E o nosso sentimento aumente de proporção
E desafie as regras da matemática...
Talvez seja possível que eu acredite mais,
Ainda mais do que já acredito,
Que é possível sermos tudo,
Completos, cheios, infinitos,
Que futuro será que nos reserva?
Sou a pessoa que sou
Mais o que sou com os outros,
Sou o que eles são comigo,
Sou o que projectam em mim
E sou o que nós somos juntos...
Sou o que sou contigo,
O que tu és comigo
E o que somos juntos.
Juntos somos mais do que sempre fomos,
Somos o que somos com os outros
Mais o que eles são connosco
E o que idealizamos projectados uns nos outros
E somos o que somos juntos com eles...
Começo a ficar farto de escrever
E tentar colocar em palavras
O que eu, tu ou nós somos...
Mas ainda continuo a escrever-nos
Porque talvez desta forma
O sentimento se torne maior do que é
E o nosso sentimento aumente de proporção
E desafie as regras da matemática...
Talvez seja possível que eu acredite mais,
Ainda mais do que já acredito,
Que é possível sermos tudo,
Completos, cheios, infinitos,
Que futuro será que nos reserva?
By GB
Conjugar
Olhava-te a dormir
Quando acordaste a meu lado
Com um sorriso me falaste
E sem saber o que dizer
Beijei-te
Tentei abafar o sentimento
Mas apenas se tornou mais claro
De tanto te beijar
De tanto te abraçar
De tanto me abafar
O sentimento soltou-se
E a palavra foi liberta
E o verbo conjugado!
É o que hoje me aquece!
By GB
Tuesday, May 15, 2007
Poema 36.
Um café por favor!
Café, um calor amargo,
Forte e no entanto
Escasso, tráz
Grandes quantidades
De sabor
À minha vida de pequenez.
O sabor da inspiração,
Amiga cafeína, que
Alimenta as minhas artes mentais
Na corrida do dia-à-noite,
Que me deixa viver mais um pouco,
Mesmo ja depois
Dos galgos adormecerem,
E perecerem.
By GB
Café, um calor amargo,
Forte e no entanto
Escasso, tráz
Grandes quantidades
De sabor
À minha vida de pequenez.
O sabor da inspiração,
Amiga cafeína, que
Alimenta as minhas artes mentais
Na corrida do dia-à-noite,
Que me deixa viver mais um pouco,
Mesmo ja depois
Dos galgos adormecerem,
E perecerem.
By GB
Wednesday, March 07, 2007
Poema 23.

Hoje, leio o que escrevo,
Releio e volto a ler tudo,
Sem sentido ou direcção, uma e outra vez,
Como se disso precisasse para viver,
Como se não tivesse sentido,
Como se eu não tivesse sentido o sentido
Que quero sentir ainda...
Leio mais uma vez na esperança
Que desta vez tudo faça mais sentido,
E que esse sentido
Me redefina numa direcção a tomar,
Num caminho a percorrer
Onde não pense nem precise de pensar
No fim, no destino desse caminho,
Onde não veja nem precise de ver
O fim desse caminho...
Ainda não sinto esse sentido,
Como tal volto a ler e a escrever,
Tentando ainda entender
Esta necessidade de o continuar a fazer!
By GB
Sunday, March 04, 2007
Poema 20.

JASMIM
Hoje acordei
Com uma sensação estranha
Senti-me mais eu do que antes
Como se eu não tivesse sido antes!
Talvez por te ser conhecido
Por teres penetrado
Sem teres entrado em mim!
Sem conseguir entender o
Porquê de ser mais do que ontem
Pergunto se é verdade,
Realidade
Ou se a qualquer momento vou
Acordar e ser o mesmo que
Sempre fui, a beber da torneira
O fel da vida,
Estarei eu na beira da cama
Prestes a cair de um penhasco, ou
Só a nadar neste mar
Que eu tanto adoro
Que tu empregnaste de Jasmim?
By GB
Chá da vida
Digo o que penso
Penso o que sinto
Sinto o que faço
Faço o que quero
Quero o que gosto
Gosto o que vejo
Vejo o que olho
Olho-me ao espelho!
Mas vejo-te a ti
Do lado de lá!
By GB
Sunday, January 07, 2007
Beautiful Klisspysh

ECLIPSE OF THE LIPS
E ele beijou-a como nunca antes, e ela então, o viu!
And he kissed her like never before, and she then, saw him!
by GB
Foi feito num café apenas com os poucos lápis que trago sempre comigo mas acho que ficou uma composição interessante...
I made this while at a coffee shop with the few pencils I always bring with me but I think it came out an interesting composition...
Big Fish
Técnica mista de caféExpresso coffee Mixed technique
by a friend
LEMBREM-SE! Daqui a 10 anos não haverá mais bacalhau para ninguém e daqui a 53 anos, não são 50 nem 60 mas 53 ANOS,não haverá peixe no mar ou seja, mais uns aninhos e daki a pouco viramos todos vegetarianos...!
Que seca não poder comer mais umas sardinhinhas assadas acabadinhas de sair do mar...
Ou então comemos as de viveiro de aquacultura...hummm! Que saborosas!
REMEMBER! 10 Years from now there won't be cod fish for anyone and in 53 years, it's not 50 nor 60 years but 53 YEARS, there will be no fish in the sea so, a few more years we all turn vegetarians...!
What a bore not to eat a freshly out of the sea roasted sardine...
Or we can eat fish coming from the aquaculture fishery...hummm! So tasty!
Saturday, January 06, 2007
P.120.128.154.256.R

As blue and brown,
As honey and lemons,
and White and tan,
Like silk and velvet,
Land and sea,
Birds and trees,
or bees and flowers
Always come together...
Five or five thousand minutes...
It matters not!
For we will always have
Our timeless Island minds,
Eyes, lips, skin, flavour,
Sunny sky...The caleidoscope
Of time! It ain't impeditive
Or impossible for there is
No time nor space whatsoever!
As honey and lemons,
and White and tan,
Like silk and velvet,
Land and sea,
Birds and trees,
or bees and flowers
Always come together...
Five or five thousand minutes...
It matters not!
For we will always have
Our timeless Island minds,
Eyes, lips, skin, flavour,
Sunny sky...The caleidoscope
Of time! It ain't impeditive
Or impossible for there is
No time nor space whatsoever!
by GB
Friday, January 05, 2007
"A Bola Poética"
Respiro o ar cuspido
Por outros
Tragos impuros de
Fumo
Entre conversas
Obscuras
O que penso não digo
E as conversas
Tornam-se vagas,
Cheias de conteúdos
Vazios.
Guardo para mim o que
É importante
Balbuciando inocência.
O impessoal é tão
Mais confortável.
por Hugo "Bola"
Por outros
Tragos impuros de
Fumo
Entre conversas
Obscuras
O que penso não digo
E as conversas
Tornam-se vagas,
Cheias de conteúdos
Vazios.
Guardo para mim o que
É importante
Balbuciando inocência.
O impessoal é tão
Mais confortável.
por Hugo "Bola"
Tuesday, December 12, 2006
P.159.825.245.186.R

Can’t seem to forget your smile
Contagious and addicting
Makes me not want to forget you
Isling you deep in my thoughts...
Seems like only yesterday
The tomorrow of my memories
Missing the life I dreamed
Don’t really know what to do
Whether to dream the life I miss
Or to live the life I dreamed...
I’m asking you to make this choice for me.
Should I miss you or should I kiss you!?
By GB
Tuesday, November 21, 2006
Poema 14.

Sentir o salgado da tua pele
O sal do teu suor
Tocando meus labios
Cheirar intensamente o mel
Doce dos teus cabelos
Tuas dunas deleitadas
Movem-se como areias movedicas
As tuas coxas fervendo,
Estremecendo,
No meu corpo deixam marcas,
Queimaduras profundas
Na minha tez
Como que o liquido
Que escorre delas
Fosse pura lava incandescente
Olhar-te nos olhos
E ver-te feliz
Quero-te comigo ate ao fim
Quero fazer-te sentir aquela
Contagiante, embriagante,
Extasiante e deliciosa dor
Que nos renova
Revitalizando todas as celulas
Dos nossos inseparáveis corpos suados.
Por isto e mais
Quero-te agora!
E sempre na minha vida.
por GB
O sal do teu suor
Tocando meus labios
Cheirar intensamente o mel
Doce dos teus cabelos
Tuas dunas deleitadas
Movem-se como areias movedicas
As tuas coxas fervendo,
Estremecendo,
No meu corpo deixam marcas,
Queimaduras profundas
Na minha tez
Como que o liquido
Que escorre delas
Fosse pura lava incandescente
Olhar-te nos olhos
E ver-te feliz
Quero-te comigo ate ao fim
Quero fazer-te sentir aquela
Contagiante, embriagante,
Extasiante e deliciosa dor
Que nos renova
Revitalizando todas as celulas
Dos nossos inseparáveis corpos suados.
Por isto e mais
Quero-te agora!
E sempre na minha vida.
por GB
Monday, June 19, 2006
Poema 7.
Contemplo ainda hoje
Com despeito e desprazer
Essa degenerescência
Das coisas, dos objectos,
Das pessoas.
Da minha humanidade,
Da sociedade embebida
Nesta humidade secante,
Da musica desta idade
Da minha terra,
E é preciso maturidade
P’ra perceber e aceitar
Com humildade
Esta condição
Da nossa irmandade.
Meu sol, que saudade
Dos tempos sem maldade!
por GB
Com despeito e desprazer
Essa degenerescência
Das coisas, dos objectos,
Das pessoas.
Da minha humanidade,
Da sociedade embebida
Nesta humidade secante,
Da musica desta idade
Da minha terra,
E é preciso maturidade
P’ra perceber e aceitar
Com humildade
Esta condição
Da nossa irmandade.
Meu sol, que saudade
Dos tempos sem maldade!
por GB
Tuesday, May 16, 2006
Poema 12.
Vou marrar
Ate matar
Este meu
Consciente instável
Demente de adolescente
Vou deixar lá atrás
Morrer de fome
Esta minha
Vil maldade.
Que chora a minha alma
Frustrada de magoa,
Angustia prostrada
Que apodrece por dentro
Quando a vida não vinga
por GB
Ate matar
Este meu
Consciente instável
Demente de adolescente
Vou deixar lá atrás
Morrer de fome
Esta minha
Vil maldade.
Que chora a minha alma
Frustrada de magoa,
Angustia prostrada
Que apodrece por dentro
Quando a vida não vinga
por GB
Wednesday, April 26, 2006
um pouco de maluquice, de excentricidade, de mudança, é saudável e ajuda a manter-nos vivos e felizes
Morre lentamente quem se transforma em escravo do hábito,
repetindo todos os dias os mesmos trajectos,
quem não muda de marca,
não arrisca vestir uma cor nova
e não fala com quem não conhece.
Morre lentamente quem evita uma paixão,
quem prefere o escuro ao invés do claro,
os pontos nos ís a um redemoinho de emoções,
exactamente a que resgata o brilho nos olhos,
o sorriso nos lábios e coração ao tropeços.
Morre lentamente quem não vira a mesa quando está infeliz no trabalho,
quem não arrisca o certo pelo incerto,
para ir atrás de um sonho.
Morre lentamente quem não se permite,
pelo menos uma vez na vida,
ouvir conselhos sensatos.
Morre lentamente quem não viaja, não lê, quem não ouve música,
quem não encontra graça em si mesmo.
Morre lentamente quem passa os dias queixando-se da sua má sorte,
ou da chuva incessante.
Morre lentamente quem destrói seu amor próprio,
quem não se deixa ajudar.
Morre lentamente quem abandona um projecto antes de iniciá-lo,
nunca pergunta sobre um assunto que desconhece
e nem responde quando lhe perguntam sobre algo que sabe.
Evitemos a morte em suaves porções,
recordando sempre que estar vivo
exige um esforço muito maior que o simples ar que respiramos.
Pablo Neruda
repetindo todos os dias os mesmos trajectos,
quem não muda de marca,
não arrisca vestir uma cor nova
e não fala com quem não conhece.
Morre lentamente quem evita uma paixão,
quem prefere o escuro ao invés do claro,
os pontos nos ís a um redemoinho de emoções,
exactamente a que resgata o brilho nos olhos,
o sorriso nos lábios e coração ao tropeços.
Morre lentamente quem não vira a mesa quando está infeliz no trabalho,
quem não arrisca o certo pelo incerto,
para ir atrás de um sonho.
Morre lentamente quem não se permite,
pelo menos uma vez na vida,
ouvir conselhos sensatos.
Morre lentamente quem não viaja, não lê, quem não ouve música,
quem não encontra graça em si mesmo.
Morre lentamente quem passa os dias queixando-se da sua má sorte,
ou da chuva incessante.
Morre lentamente quem destrói seu amor próprio,
quem não se deixa ajudar.
Morre lentamente quem abandona um projecto antes de iniciá-lo,
nunca pergunta sobre um assunto que desconhece
e nem responde quando lhe perguntam sobre algo que sabe.
Evitemos a morte em suaves porções,
recordando sempre que estar vivo
exige um esforço muito maior que o simples ar que respiramos.
Pablo Neruda
Subscribe to:
Posts (Atom)
